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Não Confundas o AMOR


Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.

Antoine de Saint-Exupéry

Frases do Livro "O Pequeno Príncipe" de Antoine de Saint-Exupéry






"O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem."

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos."

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."

"Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz."

"Se tu choras por ter perdido o sol, as lágrimas te impedirão de ver as estrelas."

"Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa."

"Foi o tempo que dedicastes à tua rosa que fez tua rosa tão importante"

"Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direcção."

"Há vitórias que exaltam, outras que corrompem; derrotas que matam, outras que despertam."

"Não há uma fatalidade exterior. Mas existe uma fatalidade interior: há sempre um minuto em que nos descobrimos vulneráveis; então, os erros atraem-nos como uma vertigem."

Antoine de Saint-Exupéry

Fonte:
Livro O Pequeno Príncipe/Frases
www.pinterest.com/imagem

Hoje Seria o Aniversário do Grande Escritor Antoine de Saint-Exupéry


Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo) foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.

Biografia

Apaixonado desde a infância pela mecânica, estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Corix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.

A 17 de junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação, onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipe dos pioneiros Vacher, Mermoz, Guillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cap Juby, que os mouros lhe deram o cognome de senhor das areias.

Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Recentemente, o alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry[1]. Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado.

Livros

L'Aviateur (O aviador) - 1926
Courrier sud (Correio do Sul) - 1929
Vol de nuit (Vôo Noturno) - 1931
Terre des hommes (Terra dos Homens) - 1939
Pilote de guerre (Piloto de Guerra) - 1942
Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe ou O Principezinho) - 1943
Lettre à un otage - 1943/1944

Fonte Wikipédia